Processos

Dois processos convivem
e são inseparáveis.

O processo criativo é a origem: a planta observada no quintal, o nanquim no papel, a vetorização à mão. É onde cada coleção nasce antes de existir como arquivo.

O processo de licenciamento é o caminho até você: como uma coleção pronta sai do portfólio e chega à sua linha de produtos — com contrato claro, entrega técnica e segurança jurídica para os dois lados.

Entender os dois juntos é entender o que diferencia uma estampa MAB de qualquer outra.

Processo Criativo · Origem

Da planta
à estampa.

01

Observação e desenho no local

Origem · Provenance

Tudo começa com uma planta de verdade. Às vezes fotografo para registrar. Às vezes levo a prancheta e desenho a lápis diretamente no local — para captar não só a forma, mas a percepção. Certas estações transformam esse momento: no outono e na primavera, a luz do quintal fica especialmente generosa, permitindo ver além do contorno — os detalhes que só aparecem quando você para e olha com calma.

02

Nanquim e definição do traço

Técnica · Nanquim

Com os esboços prontos, começo os desenhos em nanquim — minha técnica principal. A aquarela aparece em projetos muito específicos, mas é o nanquim que define o caráter das coleções MAB: traço preciso, com personalidade, sem perder a origem orgânica do desenho à mão.

03

Digitalização e vetorização

Illustrator · Vetor manual

Os desenhos prontos são escaneados e vetorizados manualmente no Illustrator. Os elementos são trabalhados individualmente antes de compor a estampa — cada detalhe revisado, cada forma preparada para o rapport.

04

Composição e rapport fechado

Rapport · Produção industrial

É na composição que a estampa nasce de verdade. Os elementos são projetados em repetição, o rapport é fechado com precisão técnica — pronto para impressão industrial contínua, sem emendas visíveis. Cada cor separada. Cada arquivo testado.

Cada estampa MAB carrega a memória
da planta que a originou.